quinta-feira, 17 de maio de 2012

Boas novas. Casa nova.


Quem convive comigo mais de perto sabe que desde o início do ano eu e meu marido decidimos que mudar para Joinville seria a melhor opção. Ele está trabalhando lá desde outubro do ano passado e está cada vez mais inviável morar longe. 



Ele, que sente falta de ter uma casa, pois está morando com a irmã. E eu e a Maria Luísa que ficamos sozinhas pelo menos 4 dias por semana. Na verdade, a Maria Luísa é um capítulo a parte. A cada dia que passa ela entende mais e melhor sobre a ausência do pai. Isso está sendo bem difícil de administrar. É duro ver minha filha chorando de saudade do pai. Meu trabalho eu tenho feito, que é abraçar, consolar e explicar que o papai precisa trabalhar. Mas tem horas que não surte muito efeito.

Quando é pequena é muito mais fácil ;)


Desde janeiro estamos procurando um apartamento para morar.  E eu confesso que não imaginava que seria tão difícil encontrar.  Você começa a procurar um certo tipo de apartamento, mas conforme vai visitando, você vai mudando de ideia. A verdade é que a gente sempre procura algo mais. Eu e o meu marido éramos convictos de apenas uma coisa: precisava ter 3 quartos. Quando chegou mais para o final, eu não abria mão de ter mais um banheiro e ele de ter churrasqueira na sacada. Queríamos que estivesse semi-mobiliado, pelo menos com cozinha pronta. E que ainda coubesse no valor que estávamos propostos a pagar. E acha? Não, não acha.
Sempre faltava algo. E então seguimos o conselho da corretora: Vocês vão saber quando for o apartamento de vocês. Vocês vão entrar e vão se sentir morando no lugar. E não era papo de corretora.

Visitamos TODOS os apartamentos disponíveis na cidade e que contemplavam mais ou menos o que idealizávamos: relativamente perto do centro, comércio com vida própria, escola, bairro tranquilo. Eu falo com convicção “todos” porque Joinville trabalha num sistema de rede e parceria entre as imobiliárias. Através de um só corretor você tem acesso aos imóveis de todas as imobiliárias.

De janeiro até abril nós visitamos mais de 30 imóveis. O que nós gostamos não deu negócio (rolo judicial). Os que tinham boa mobília, não contemplavam mais um banheiro ou a churrasqueira. Ou o apartamento era ótimo, mas era longe de tudo. Ou tudo era legal, mas não cabia no bolso. Foi muita sola de sapato e tempo gasto.
Quando tudo parecia perdido, minha corretora teimou em visitar um apartamento em um prédio novo ao lado do prédio dela. Eu disse que não, pois era muito caro e eu não queria passar raiva. Ela insistiu para matar tempo, afinal eu tinha que esperar a minha carona chegar.



E a danada estava certa: eu me senti morando naquele lugar. Como pode? Eu me senti morando num apartamento  que não tinha nem piso!!!!!  Nisso meu marido chegou, e para nossa surpresa se sentiu do mesmo jeito que eu. O único porém é que estava totalmente fora do que podíamos pagar. Estava custando R$50.0000,00 a mais do que o valor que estávamos procurando. Fora o fato de que é muita despesa além do apartamento. Piso para colocar, acabamentos para fazer, mobília. Não dava mesmo.

Voltamos para Blumenau com a pulga atrás da orelha e no caminho mesmo decidimos vender o apartamento de Blumenau. Ô dor no coração. Mais do que financeiro (porque afinal, manter o apartamento aqui é uma fonte de renda), é a dor emocional. Não tem como deixar o saudosismo de lado. Eu e o Adair entramos aqui como duas pessoas, e hoje somos uma família. Nossa família nasceu aqui. Um casal, depois um bebê. É muito apego.

Segundo aniversário da Maria Luísa no nosso lar. Apego na última potência.


Fizemos a proposta para a construtora num valor R$20.000,00 abaixo do proposto. E para nossa surpresa eles aceitaram. A explicação veio depois: era uma das últimas unidades e eles queriam vender logo para concentrar esforços de venda para outro empreendimento.

Fechamos negócio. Faz conta daqui, faz conta de lá. Decidimos não vender o apartamento de Blumenau. Colocamos todas as economias nesse sonho e vamos apertar a situação financeira. Tenho certeza que vai valer a pena.

Agora é só aguardar os trâmites legais finais na Caixa Econômica. Falta ainda uma assinatura no contrato, registro de imóveis e a chave é nossa.

Residencial Alamedas - Onde construiremos nosso novo lar.


Desculpe o post grande. Mas eu tinha que compartilhar com vocês mais esta vitória!

Beijinhos
Mi

Fotos: Acervo pessoal | Divulgação.

terça-feira, 8 de maio de 2012

E quando a cria fica doente – Parte 2


Conforme vimos na parte 1, é possível identificar alguns males e doenças de maneira simples, evitando estardalhaços e saídas loucas de madrugada para o PS. Às vezes o bicho é menos feio do que pintamos.
Vou compartilhar com vocês algumas das minhas experiências nada prazerosas, mas que podem ser úteis. E para mostar que todas nós estamos no mesmo barco e enfrentamos perrengues parecidos.

A primeira vez que tive de lidar com a febre na Maria Luisa foi aos 10 meses. Quando falo isso muitas mães que conheço riem alto. O motivo da risada é de a primeira febre ter demorado tanto a aparecer. Acho que por isso eu fiquei tão desesperada.


Passou um dia, passaram dois dias e nada da febre desaparecer. Medicava com antitérmicos, mas não surtia muito efeito. A febre nunca baixava totalmente. Foi quase uma semana de febre e idas e vindas ao médico sem que nada fosse descoberto. Até que num sábado à tarde levei ao PS. Fiquei com ela em observação uma tarde inteira fazendo exames. No último exame, eis o diagnostico: infecção urinária. Culpei-me horrores, perguntei o que eu poderia estar fazendo errado, eu que sempre cuido tanto. E a médica simplesmente disse que muitas vezes é propensão, hereditariedade. Mamãe tem, filhinha com grandes chances de ter.  Pois é. Antibiótico.
Passado o susto, pouco depois os episódios de febre louca retornaram, mas desta vez o diagnóstico foi certeiro: amidalite. Fiquei tão horrorizada em saber que a Maria Luísa estava com amidalite que quase surtei. Para quem me conhece bem isso não é nenhuma surpresa, afinal quase morro com amidalites repetitivas até hoje.  E tome antibiótico e xarope. Tudo certo, curado.
Acho que umas duas semanas depois, às vésperas de viajar para São Paulo, eis que surge tosse e febre novamente. Dessa vez era a tal da bronquite. Ai como eu detesto trocas de estação. A coitadinha é toda alérgica como eu:  a tal da hereditariedade batendo na porta de novo.

Surtei e dei pulos quando soube que teria que fazer nebulização (ou inalação, como predferir). O que? Na minha filhinha? Passar tudo o que eu passei na minha infância? Chorei. Chorei litros. Até que nessas idas loucas ao pediatra você conversa com outras mães, e descobre que esses probleminhas são tão corriqueiros que chega a ser irritante. É hereditário, é o clima, é isso, é aquilo. Todo mundo tem uma explicação. E a nós, mães (e pais) cabe apenas aceitar. E dar o antibiótico certinho.

Quando a Maria Luísa fez um ano, fomos até a casa de uns amigos no sul do estado. Lá é sitio, então é tudo uma delícia. Mesa farta, leite direto da vaca, tudo fresquinho e natural. Tudo certo, se não fosse minha filha se atracar a comer nata. Ela comia pão com nata em casa, mas é lógico que eu nem imaginei que a nata pura do sítio (bem mais forte do que a gente compra em mercado) pudesse fazer mal a ela. No final do feriadão ela já estava com febre. Achei que era  um resfriado ou gripe, afinal estava muito frio.  Mas não era.
Diarreia, assaduras de ficar em carne viva, febre. Foram semanas e mais semanas entre pediatra, gastro e dietas para descobrir que ela tem colo irritável ao leite. Dos males o menor, o primeiro diagnóstico era alergia a proteína do leite. Pense um bebê de um ano não poder tomar leite nem derivados? É um problemão. Pesquisei muito sobre o assunto e descobri que é extramente comum. Infelizmente.

Minha gatinha toda agasalhada para o frio. Mal sabia eu que o frio era o menor problema

Hoje a alimentação da Maria Luísa é controlada. Qualquer excesso em leite, gordura, doce (ou todos juntos como no caso do brigadeiro e chocolate) a irritação volta. E com ela todos os problemas.

Mas não me queixo. Todos estes probleminhas são pequenos perto do que a gente vê por aí.
Controlo a alimentação dela alternando leite de baixa lactose com leite comum. No dia que ela come requeijão, não come iogurte. E assim Maria Luisa come de tudo e é feliz.

Hoje tenho um nebulizador em casa não surto mais com isso. Na verdade, hoje eu acho que nebulizador deveria ser presente de Chá de Bebê, porque é ótimo ter em casa. Não só para crises de bronquite, nebulização só com soro fisiológico faz milagres em crianças que estão com coriza e nariz entupido. É um alívio antes de dormir.
E para quem vai comprar vai a dica: pague um pouco mais, porem compre um nebulizador que possa ser utilizado com a criança deitada. Eu comprei do mais simples porque tinha certeza que usaria apenas uma vez, e me arrependi. Nebulizações de madrugada são complicadas quando temos que acordar os pequenos.

No inicio, como toda mãe de primeira viagem eu ficava louca com o menor sinal de febre. Hoje já estou mais relaxada. Não corro mais para dar antitérmico no primeiro sinal de febre. 37,8°C é febre então tem que dar remédio. Não é bem assim. A febre é a defesa do organismo dos pequenos, se ela estiver controlada, não tem por que medicar. Hoje eu já aguento até 38,5°C, aí medico. Sair correndo para o médico, apenas com febre incontrolável. Com a febre sob controle, costumo esperar pelo menos dois dias para procurar o médico, pois este costuma ser o prazo para “aparecer” sua causa

.
Acredito que intuição e experiência  são as palavras chave para as mamães. Conforme o tempo vai passando, a gente vai conhecendo melhor nosso filhote. Mas mesmo que não pareça nada, se a sua intuição mandar levar ao médico, leve. Neste caso é melhor pecar pelo excesso de zelo. Sempre.

E último recado e não menos importante: amamentação. não é demagogia não viu? A primeira febre da Maria Luisa coincidiu de ser logo depois que ela deixou o peito.Por isso meninas, amamentem. Encorajem suas parentes, amigas e conhecidas a amamentar. Não é brincadeira os benefícios que o leite materno traz para nossas crianças. Criança que mama dificilmente pega resfriado forte e tem outras doenças.

Maria grudada na maminha aos 4 meses.


Beijinhos

Mi

Quero que fique bem claro que o post acima não tem fundamento científico. Também não aconselho de maneira nenhuma a automedicação. Trata-se apenas de experiências pessoais.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Keep Calm...

Hoje era dia de escrever a segunda parte sobre bebês doentes.

Mas não teve jeito. Dia complicado, corrido e cheio de coisas para resolver.


Porque hoje é sexta minha gente!

Bom final de semana!

Beijinhos
Mi

quinta-feira, 3 de maio de 2012

E quando a cria fica doente? - Parte 1


Eita pergunta que deixa as mamães em polvorosa!!!  #asmaepira

Querida mamãe (e papai) que me lê neste momento, por mais que seu filho tenha uma saúde de ferro, uma hora ele vai adoecer. É um processo normal no desenvolvimento da imunidade dos nossos pequenos. Não faça como eu que batia no peito dizendo que minha filha nunca ficava doente. Cuspi para cima aos 10 meses da minha pequena.

A Maria Luísa tem uma saúde  boa, mas mesmo assim eu já me deparei com resfriado simples, amidalite, faringite, bronquite, infecção urinária e infecção intestinal. Ufa! Haja emocional para uma mãe hein? Porque vamos combinar, nada deixa a gente mais triste, mais frustrada, mais tudo de ruim do que nossa cria doente.



Quando solteiras, passávamos madrugadas em claro na gandaia e tudo bem no outro dia. Mas quando se trata de filho doente, uma noite em claro parece uma semana.  

Para não ficar louca de preocupação, tenho por hábito conversar muito com a pediatra da minha filha e ela me tranquiliza bastante. Quando não tenho como falar com ela, uma consulta a minha mãe ou ao Google ajuda. Porém muito cuidado com o que se lê por aí, tem muita gente que viaja e ensina receitas caseiras que são o ó. Procure informações em sites de confiança.

Em uma dessas surfadas na net atrás de respostas, achei um Manual de Primeiros Socorros que quero compartilhar com vocês. Confesso que sempre dou uma olhadinha antes de ficar apavorada e correr para o médico.

Manual de Primeiros Socorros – Por Dra. Raquel Guerra



Febre

Se você achar que a criança está quentinha, meça sempre a temperatura com o termômetro antes de qualquer coisa (se você  a levar ao médico dizendo que ela teve febre sem saber de quantos graus foram, ele não vai acreditar)

Conceito básico: FEBRE é temperatura acima de 37,8 º C. Menos que isso é estado febril e é normal. Até dente nascendo pode dar febre.

Se a criança está com febre, antes de qualquer coisa dê algo para ela baixar: dipirona ou paracetamol (Tylenol), sendo 1 gota por peso.

Banho morno para frio também ajuda.

- Criança com febre com MENOS DE UM MÊS —- Pronto Socorro AGORA!

- Prostrada, molinha, sonolenta – PS agora!

- Com manchinhas vermelhas pelo corpo – PS agora!

- De 1 a 3 meses – É bom levar ao médico

- Maiores que 3 meses – observe durante 3 dias alguma mudança (cocô, manchas na pele, gengivas inchadas, dores) se não houver nada, leve ao médico.

Não estranhe se o médico disser que os exames não apontam problema algum e pedir para você voltar para a casa e observar a criança (isso é claro, se ela estiver mais ou menos bem) Um bebê pode ficar até 3 dias com febre antes da causa aparecer.

Resfriado e Pneumonia

Bebê com nariz entupido tem uma baita falta de ar, pois eles respiram basicamente pelo nariz. É só pingar com o conta-gotas, algumas gotinhas de Rinosoro, Sorine ou Soro Fisiológico, principalmente na hora de dormir que melhora horrores.

- Tosse seca, nariz escorrendo clarinho, febre baixa (até 38,5) é RESFRIADO, relaxa que passa sozinho.

- Tosse com catarro geralmente melhora com INALAÇÃO de 5 ml de soro fisiológico e também não precisa se alarmar, passa.

- Tosse com catarro amarelo ou verde, nariz escorrendo amarelo ou verde, febre alta e falta de ar (esta, principalmente) já podem ser sintomas de INFECÇÃO PULMONAR e vale a pena levar ao hospital.

- Chiado ou falta de ar (em qualquer grau) vale sempre ser visto por um médico (no consultório, mas se a criança estiver cansada demais, leve ao PS)

Vômitos

Depois que a criança mama é normal voltar sempre um pouquinho, Vale o clássico mantê-la em pé até arrotar.

Se após toda mamada voltar MUITO ou TUDO, leve ao médico

Diarréia

Conceito básico: cocô normal de criança pequenininha é mole, amarelo (até meio verde) e fedido mesmo.

Diarréia é caracterizada pelo cocô mole como ÁGUA.

- Se nas fezes aparecerem sangue ou muco, leve ao médico

- Criança com infecção intestinal (vulgo virose) não come muito bem, vomita, tem bastante diarréia e pode ficar meio caidinha, com  febre baixa.

O importante é não deixá-la desidratada: ofereça líquidos (soro caseiro, água, suco, chá, leite – vale o que ela aceitar. Se for bebê menor de 6 meses, ofereça só o peito) à vontade, em pequenas quantidades (se der muito de uma vez, é capaz de ela vomitar), o tempo todo, principamente após a evacuação.

 - Sinais clássicos de desidratação: choro sem lágrimas, olho fundo, saliva grossa, boca seca (puxa a chupeta e não faz fio), ficar sem fazer xixi por mais de 4 horas.

- Se aparecer algum desses sintomas e a criança estiver vomitando muito ou aceitando pouco ou nada de àgua, vá ao PS. Senão, tenha paciência que em menos de 1 semana a virose passa sozinha.

Se a criança vomitar 1 ou 2 vezes e estiver aceitando mal a comida ou àgua é porque ela está enjoada mesmo. Vale dar Dramin gotas (uma gota por kg do bebê) de 6/6 hs, máximo de 75 gotas por dia) para melhorar.

Mas não insista se não melhorar nada depois de um dia com Dramin, nem dê se ela não estiver vomitando, senão ela vai dormir o dia inteiro.

Cólicas

Bebê chorando e se contorcendo provavelmente é cólica.

Massagem na barriga (sentido horário) e bolsa de água quente (cuidado para não queimar!) ajudam.

- Também pode dar chá de erva doce (a não ser que esteja só no peito) ou dimeticona – Luftal -, 2 a 6 gotas, 3 vezes ao dia.

- Deitar o bebê de barriga para cima e empurrar suas perninhas (joelhos dobrados) em direção à barriga também ajuda a expelir gases e pode melhorar.

- Se nada melhorar, tenha paciência. Criança tem cólica mesmo, acredite, vai passar.

Engasgamento

Se a criança engasgar, deite-a de bruços (sobre sua perna ou braços) e dê pancadinhas no meio de suas costas. Se ele engasga sempre, leve eo médico.

Pele

Tire sempre toda a pomada e reaplique novamente a cada troca de fraldas. A pomada genérica do Hiplogós é a que contém óxido de zinco e é mais barata.

- Se aparecer uma assadura diferente, com bolinhas vermelhas, pode ser infecção por fungos: coisa boba, é só levar ao pediatra e passar a pomada certa (nesse caso, nistatina)

 - Uma picada de mosquito pode dar alergia e espalhar várias bolinhas vermelhas pelo corpo (como várias picadas). Coça para caramba, então não esqueça de cortar as unhas do bebê. Se mesmo assim ele insistir e chegar a se machucar, ponha luvas.

 - Se estiver se coçando muito a ponto da criança chegar a chorar, você pode tentar xarope de loratadina (para bebês cima de 6 meses) 5 ml 1 vez ao dia, mas atenção, dá um pouco de sono.

- Bolhinhas de água no rosto e no corpo do bebê são por causa do calor, é normal e passa sozinho. Tente usar sabonete neutro, sempre.

- Infecção de pele parece picada mas aumenta rápidamente. Se tiver pus e dar febre: leve ao médico.

-Qualquer outro sinal: manchas, ardências etc, fora do comum: leve ao dermatologista.

Outras Dicas

Higiene

- Limpe o umbigo com álcool e cotonete até ele cair. Mas limpe bem, inclusive por dentro (entre o umbigo e a pele), Não tenha aflição, não dói nada pois a pele está morta.

- Para limpar o ouvido você pode usar cotonete na orelha e por fora do canal, mas NUNCA enfie o cotonete no ouvido da criança (isso vale para pais também) cotonete só serve para empurrar a cera para dentro.

Alimentação

O leite pode demorar até 3 dias para descer, depois que o bebê nasce. O melhor estímulo é colocar o neném para mamar: quanto mais ele sugar, mais leite descerá.

Tente deixar o aleitamento materno exclusivo o máximo possível, o mínimo é até os 6 meses.

Nesse período não dê mais nada, nem água nem chá. E bebês mamam muito mesmo  (normal de 2 em 2 horas) mas só porque o leite é de fácil digestão: não existe leite materno fraco. O bebê só dorme bastante depois de leite de vaca ou artificial simplesmente porque está estufado, como um adulto após uma feijoada, mas não quer dizer que esteja satisfeito.

Se o bico de seu seio rachar, evite lavar o peito com sabonete, exponha-o ao sol e pode molhá-lo com um pouquinho de leite após a amamentação (ajuda a cicatrizar). Dói, mas pode amamentar.

- Se seu seio ficar muito cheio pode  infeccionar (mastite) ou empedrar  e dói MUITO.  Portanto, se mantiver muito cheio, tire o leite. Você pode guardá-lo ou doar para um banco de leite. É possível continuar amamentando com mastite, mas procure seu obstetra.

Não é aconselhável que o bebê coma clara de ovos nem peixe (e frutos do mar) antes dos 10 meses.



No próximo post vou compartilhar com vocês a minha experiência. O que para mim funcionou ou não.

Beijinhos 

Mi


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Dez princípios para viver uma vida mais feliz

Uma colega postou no facebook hoje, e acho que é uma boa maneira de iniciar o final de semana.


Dez princípios para viver uma vida mais feliz!!!! 


1- Aprenda a gostar de você e reconhecer seu valor.


2- Demonstre um bom astral


3- Descubra sua Missão


4- Invista em você 


5-Aprenda a gerenciar seu tempo


6- Cerque-se de pessoas positivas


7- Comemore suas conquistas


8- Tenha fé e atitude


9-Seja Solidário


10-Estabeleça suas prioridades


(Autor desconhecido)


E só!!! ;))))


Beijinhos amigos pitaqueiros! E peguem leve !!! :D





Bom final de semana!!!


Mi

quinta-feira, 26 de abril de 2012

De volta!


Depois de muitos ensaios sobre voltar a escrever ou não. Enfim, resolvi: voltar a escrever.


Os motivos que me fizeram parar foram diversos, mas o maior deles sem sombra de dúvidas se chama autossabotagem (ai como é esquisito escrever isso assim, né nova regra ortográfica?).
Como a maioria das mulheres, eu vivo um conflito diário comigo mesma. Perfeccionismo, medo de errar, desmerecendo meus méritos. Porém acredito que minha dose é um pouco mais elevada do que a da maioria. Tenho uma mania grotesca de autossabotagem. De minimizar meus bons feitos. De achar que sempre tudo pode ser melhor do que está. Que diabos! Como se consegue ser feliz assim? Confesso, às vezes é difícil. Mas tenho melhorado bastante este lado.

Acredito que a inconstância e o excesso de perfeccionismo são duas coisas complicadas de conviver juntas. Talvez por isso eu vivo este paradoxo. Explico:
Quando eu era solteira, minha vida era bem regrada. Apesar das loucuras normais de pós-adolescência, tudo costumava ser bem pensado e nada de grandes atropelos. Erros não eram permitidos e a autossabotagem reinava absoluta.
Depois que casei, isto tudo mudou da água para o vinho. Quem conhece meu marido sabe o quanto ele é meio, digamos, Kamikaze. Muda de ideia com uma rapidez imensa, arrisca, mete a cara. Uma mexida gigante no meu mundinho certinho. A convivência e a maneira como ele me coloca nas mudanças de vida estão me fazendo amadurecer e também a  encarar melhor metamorfoses. Isso tudo falando apenas de nós dois. Ainda temos o “item” Maria Luísa, onde as mudanças foram gigantes para nós dois.

Este mimimi whiskas terapia todo para dizer que deixei de escrever por causa da falta de tempo e por achar que meus assuntos e minha vidinha de mãe, esposa, dona de casa, auxiliar de assuntos aleatórios na empresa do meu marido era bem chato.  A falta de tempo é a desculpa mais velha do mundo (e neste caso usada para justificar falta de vontade). Achava que meu blog era desinteressante. E parei de escrever.

Mas como pode ser tão ruim e desinteressante se continuo dando pitaco em tudo mesmo sem blog? É pitaco por e-mail, pitaco por telefone, pitaco em rede social. São amigas e amigos me pedindo para dar pitaco em tudo que é assunto.
De repente passei a ver que não é tão desinteressante assim. É a tal autossabotagem me puxando o tapete novamente. Bitch!
Percebi que era a danada quando uma colega me disse que um certo assunto no qual estávamos conversando merecia um post. Acho que não sou tão desinteressante assim.

Mas o pontapé na minha bunda para voltar a escrever foi uma reportagem que assisti no Saia Justa do GNT ontem:


Medo de errar, que assunto hein? Depois disso decidi pegar mais leve. Comigo e com os outros.
E esta é mais uma experiência que divido com vocês. Amigos, leitores e amantes de pitacos despretensiosos que a blogueira aqui escreve.

Beijos

E até a próximha... que será em breve.

Mi

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Itens indispensáveis para se ter na cozinha

Meus posts sobre receitinhas ser os mais “populares”. Ficando atrás somente dos com relação a maternidade rsrsrsrs

Nhoque de forno. nham!



Como sei que boa parte das minhas leitoras estão começando a se aventurar na cozinha (gente, eu ainda não tenho 3 anos de experiência viu?), resolvi fazer este post com algumas dicas de utensílios que NÃO PODEM FALTAR NUNCA na cozinha de principiantes como nós. Principalmente  se você é como eu: total falta de habilidade no olhometro.

Isto me remeteu ao final de semana que fui visitar as tias do meu marido em Ituporanga (Barra Nova, interior). Morri de raiva de uma delas que falou com a maior naturalidade que tinha umas 50 receitas de biscoito e bolo de cor na cabeça.

A outra foi fazer um bolo que parecia uma tragédia: pegava a farinha com a mão, jogava  na bacia de qualquer jeito, misturou mais de qualquer jeito ainda. Era uma coisa aquela farinhada espalhada pela cozinha toda. Resultado: quase morri de tanto comer um bolo delicioso, tenro e gigante de tanto que cresceu. Derretia na boca. E eu? Eu sou aquela que mora na cidade e fica agoniada na frente do forno rezando para que o bolo cresça e permaneça grande, por favor! Que inveja.

Juro que depois deste dia eu desencanei. Parei de pensar no “será que vai dar certo” . E não é que as coisas começaram a dar certo mesmo? Seríssimo isso.

Massss, como não sou boba nem nada, não deixo de lado meu apetrechos. Faço as coisas desencanada, mas tudo medidinho certinho viu (ai quanto inho, credo.)

Para isso, (voltando finalmente ao foco deste post), vou listar para vocês amigas (e amigos) os artigos que considero INDISPENSÁVEIS na cozinha:

Vamos lá:

a) Copo medidor


Artigo indispensável com certeza.  Quando a receita utiliza mL como unidade de medida é uma mão na roda.

b) Colheres de medida

Nossas colheres não possuem  tamanho padrão, por isso é importante ter a colher de medida. A minha colher de sopa pode ser maior ou menor do que a sua colher de sopa, saca?

c) Xícara medidora


Importantíssimo, pois vale a mesma regrinha das colheres. O volume das xícaras de chá varia muito. E outra: como faz para medir 1/3 de xícara? Melhor ter a xícara medidora hehehehe

d) Balança


Não precisa ser de precisão. Uma de R$1,99 já quebra o galho. Quem nunca se viu arrancando os cabelos para medir 300 gramas de farinha de trigo?

e) Espremedor de batata


Uma mão na roda, principalmente se você é como eu: muito escondidinho e muito nhoque de forno. Haja braço para amassar bem o aipim ou a batata.

f) Espremedor de alho


Se tem algo que eu detesto é picar alho. Ou amassar alho. Ou triturar alho. AMO comer alho mas detesto manuseá-lo. O espremedor quebra o galho. Na embalagem destes espremedores diz que eles tem 5 funções, mas ainda não consegui descobrir nem testar todas rsrsrs

g) Fouet


Também chamado de batedor de claras. É uma mão na roda pata bater massa leve de bolo. Ou os ovos da carbonara, ou aquela clara em neve rapidinha. Às vezes só de pensar em tirar batedeira da caixa, montar, e depois limpar tudo, desanima de fazer a receita. O fouet faz bem o papel. É rápido de bater e o resultado é ótimo. E lógico, sem fazer muita sujeira #elasama

h) Ralador


Mesmo que você tenha um multiprocessadorquepicatudupolishoptabarajaseilaoqueeition, vamos combinar que é um abuso usar só para ralar uma cenourinha. Aí o nosso ralador simples dá conta do recado. É ótimo para ralar cenoura e queijo também #ficadica.

i) Descascador e boleador


E por último e não menos importante o artigo multifunções : ele descasca, rala e é boleador. Como? Nunca usei o boleador. É a pontinha redondinha. Muito usada para fazer aquelas bolinhas de fruta que decora os pratos.
Uso mesmo para descascar legumes:batata, cenoura, abobora, etc etc. Ele tira facilmente a casca bem fininha, evitando desperdício.
Também uso como ralador, quando quero tiras de cenoura por exemplo. É ótimo para fazer lasanha de legumes. Já usei, inclusive para fatiar queijo. Multifunções.

Tudo que mostrei aqui foi do mais simples e barato. Facilmente encontrado em lojas de R$1,99. Na Milium você  encontra tudo.Lógico né, lá tem de tudo!!!

Trata-se de utensílios super simples mas que ajuda um bocado no dia a dia culinário.

Então é isso minha gente. Espero que tenha ajudado.

Beijinhos.

Mi

Fotos: Reprodução