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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Dez princípios para viver uma vida mais feliz

Uma colega postou no facebook hoje, e acho que é uma boa maneira de iniciar o final de semana.


Dez princípios para viver uma vida mais feliz!!!! 


1- Aprenda a gostar de você e reconhecer seu valor.


2- Demonstre um bom astral


3- Descubra sua Missão


4- Invista em você 


5-Aprenda a gerenciar seu tempo


6- Cerque-se de pessoas positivas


7- Comemore suas conquistas


8- Tenha fé e atitude


9-Seja Solidário


10-Estabeleça suas prioridades


(Autor desconhecido)


E só!!! ;))))


Beijinhos amigos pitaqueiros! E peguem leve !!! :D





Bom final de semana!!!


Mi

quinta-feira, 26 de abril de 2012

De volta!


Depois de muitos ensaios sobre voltar a escrever ou não. Enfim, resolvi: voltar a escrever.


Os motivos que me fizeram parar foram diversos, mas o maior deles sem sombra de dúvidas se chama autossabotagem (ai como é esquisito escrever isso assim, né nova regra ortográfica?).
Como a maioria das mulheres, eu vivo um conflito diário comigo mesma. Perfeccionismo, medo de errar, desmerecendo meus méritos. Porém acredito que minha dose é um pouco mais elevada do que a da maioria. Tenho uma mania grotesca de autossabotagem. De minimizar meus bons feitos. De achar que sempre tudo pode ser melhor do que está. Que diabos! Como se consegue ser feliz assim? Confesso, às vezes é difícil. Mas tenho melhorado bastante este lado.

Acredito que a inconstância e o excesso de perfeccionismo são duas coisas complicadas de conviver juntas. Talvez por isso eu vivo este paradoxo. Explico:
Quando eu era solteira, minha vida era bem regrada. Apesar das loucuras normais de pós-adolescência, tudo costumava ser bem pensado e nada de grandes atropelos. Erros não eram permitidos e a autossabotagem reinava absoluta.
Depois que casei, isto tudo mudou da água para o vinho. Quem conhece meu marido sabe o quanto ele é meio, digamos, Kamikaze. Muda de ideia com uma rapidez imensa, arrisca, mete a cara. Uma mexida gigante no meu mundinho certinho. A convivência e a maneira como ele me coloca nas mudanças de vida estão me fazendo amadurecer e também a  encarar melhor metamorfoses. Isso tudo falando apenas de nós dois. Ainda temos o “item” Maria Luísa, onde as mudanças foram gigantes para nós dois.

Este mimimi whiskas terapia todo para dizer que deixei de escrever por causa da falta de tempo e por achar que meus assuntos e minha vidinha de mãe, esposa, dona de casa, auxiliar de assuntos aleatórios na empresa do meu marido era bem chato.  A falta de tempo é a desculpa mais velha do mundo (e neste caso usada para justificar falta de vontade). Achava que meu blog era desinteressante. E parei de escrever.

Mas como pode ser tão ruim e desinteressante se continuo dando pitaco em tudo mesmo sem blog? É pitaco por e-mail, pitaco por telefone, pitaco em rede social. São amigas e amigos me pedindo para dar pitaco em tudo que é assunto.
De repente passei a ver que não é tão desinteressante assim. É a tal autossabotagem me puxando o tapete novamente. Bitch!
Percebi que era a danada quando uma colega me disse que um certo assunto no qual estávamos conversando merecia um post. Acho que não sou tão desinteressante assim.

Mas o pontapé na minha bunda para voltar a escrever foi uma reportagem que assisti no Saia Justa do GNT ontem:


Medo de errar, que assunto hein? Depois disso decidi pegar mais leve. Comigo e com os outros.
E esta é mais uma experiência que divido com vocês. Amigos, leitores e amantes de pitacos despretensiosos que a blogueira aqui escreve.

Beijos

E até a próximha... que será em breve.

Mi

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Primeiro dia de aula – Mãe e filha nunca esquecem

Como todos que me acompanham pelas redes sociais já devem estar sabendo, hoje foi o primeiro dia de escolinha da Maria Luísa.
Prefiro falar escolinha porque o termo creche me lembra depósito de criança. Preconceito bobo, mas lembra.
Tentei vaga na escolinha pública aqui perto da minha casa, mas em vão. Tinha apenas 80 crianças na frente da Maria Luísa na fila de espera. Não era garantido que conseguiríamos a vaga nem para o ano que vem. Alô governo!!!!!!! Alô prefeitura!!!!
Então eu e meu marido decidimos “apertar” as finanças e colocar em uma escola particular. Por um lado é bom, pois já vamos acostumar com o “rombo” na conta bancária desde já rsrsrs

No inicio da semana, fomos eu e a filhota conhecer a escola. A professora pegou-a pela mão e levou para a salinha junto com os outros. “Mamães não podem entrar na salinha, pois o pé é sujo da rua” – Ok, eu espio de fora. Como espia? Venha conhecer a escola. E lá ficou meu bebê sozinho com os outros cotoquinhos.

Mais ou menos uma hora entre conhecer dependências, regras da escola, etc etc. Cadê Maria Luísa? Nem te ligo mamãe, quero mais é ficar aqui e brincar. Muita manha para trazer embora. Espero que seja assim quando for pra valer, pensei eu.

Coloquei a filhota no carrinho e fomos para a escola cedinho. Para minha surpresa ela começou a pular e dar risada só de enxergar a escola.

Porta da sala

Chegamos na sala e a professora retirou-a do carrinho e levou para brincar com as outras crianças. 

Nenhum sinal de manha. De vez em quando ela dava uma olhadinha para mim e sorria. Mas logo esquecia e voltava a brincar.

A olhadinha


Foi aí que a diretora gentilmente “me convidou a sair dali”. Ela me fez entender que a Maria estava super bem e que se ela chorasse muito me ligaria. Fui embora, com um misto de orgulho e preocupação. Muito estranho. É uma angustia e um alívio ao mesmo tempo. Isso existe?

Vim para casa e perto do meio dia fui buscar. Ela deu um sorriso tão lindo quando me viu que quase desmanchei ali. Mas aguentei firme!
Fomos para casa conversando e felizes da vida.

Moral da historia:

Não me lembro de ter sentido uma sensação tão estranha na minha vida. Acho que não estava preparada para ver meu bebê tão independente. Mas por outro lado foi incrível! Me deu uma sensação de dever cumprido, como se eu tivesse feito a coisa certa e na hora certa. Pelo que mamães mais experientes me disseram, essa sensação que senti vai existir sempre e a cada acontecimento novo. Acho que foi o primeiro grito de independência da Maria Luísa. Dos muitos que virão ao longo da vida. Se Deus quiser.

Beijinhos
Mi